Soluções

Comércio Investe

O programa Comércio Investe no âmbito do Fundo de Modernização do Comércio tem como objetivo a modernização do comércio em Portugal.

Tipologias de investimento
São suscetíveis de apoio as seguintes tipologias de projeto:

a) Projeto individual de modernização comercial promovido por uma empresa, que vise a modernização e valorização da oferta dos estabelecimentos abertos ao público através da aposta na inovação e da utilização de formas avançadas de comercialização;

b) Projeto conjunto de modernização comercial promovido por uma associação empresarial do comércio, que vise a valorização e dinamização da oferta comercial dos espaços urbanos com características de elevada densidade comercial, centralidade, multifuncionalidade e desenvolvimento económico e social, através da implementação de um programa estruturado de intervenção num conjunto de estabelecimentos comerciais numa área delimitada e de ações complementares de promoção e dinamização do espaço urbano em que se inserem.

Condições de Elegibilidade das Entidades Beneficiárias
Para a tipologia de projetos individuais de modernização comercial enquadrados na alínea a) do artigo 2.º do Regulamento, podem beneficiar dos incentivos, as micro e pequenas empresas, independentemente da sua forma jurídica, cuja atividade principal se insira na divisão 47 da Classificação Portuguesa das Atividades Económicas (CAE), revista pelo Decreto-Lei n.º 381/2007, de 14 de novembro, excluindo:

a) A subclasse 47300;

b) A subclasse 47240, quando esta atividade for desenvolvida em conjunto com o grupo 107 da CAE ou com a divisão 56 da CAE;

c) A subclasse 47790;

d) A subclasse 47770, quando associada à subclasse 47790 ou à secção K;

e) A subclasse;

f) A subclasse 47820;

g) A subclasse 47890.

Estão igualmente excluídos:

a) Os estabelecimentos que tenham sido licenciados ao abrigo da Lei n.º 12/2004, de 30 de março;

b) Os estabelecimentos que estejam ou tenham estado abrangidos pelo atual regime jurídico de instalação e de modificação dos estabelecimentos de comércio a retalho e dos conjuntos comerciais, constante do Decreto-Lei n.º 21/2009, de 19 de janeiro, independentemente de terem sido alvo de controlos nos seus termos.

Para a tipologia de projeto conjunto de modernização comercial referida na alínea b) do artigo 2.º, podem beneficiar dos incentivos:

a) As micro e pequenas empresas aderentes ao projeto conjunto, independentemente da sua forma jurídica, que desenvolvam as atividades previstas no artigo 3.º;

b) As estruturas associativas empresariais do setor do comércio promotoras dos projetos conjuntos, classificadas na subclasse 94110 da CAE ou outras estruturas associativas empresariais equiparadas.

Excluem-se:

a) Os investimentos sujeitos às restrições comunitárias existentes no quadro da Política Agrícola Comum;

b) Os estabelecimentos que tenham sido licenciados ao abrigo da Lei n.º 12/2004, de 30 de março;

c) Os estabelecimentos que estejam ou tenham estado abrangidos pelo atual regime jurídico de instalação e de modificação dos estabelecimentos de comércio a retalho e dos conjuntos comerciais, constante do Decreto-Lei n.º 21/2009, de 19 de janeiro, independentemente de terem sido alvo de controlos nos seus termos.

Vantagens
– Apoio a projetos que induzam a criação de fatores de diferenciação e de melhoria da oferta comercial ligada ao comércio de proximidade;

– Apoio a intervenções mais ligadas à inovação e à utilização de formas avançadas de comercialização e menos às operações de carater infraestrutural, incentivando novas ideias e novos serviços de suporte ao cliente que permitam uma melhoria consistente e sustentada dos níveis de serviço prestado;

– Adicionalmente ao incentivo, os projetos podem beneficiar de um prémio de boa execução, correspondente a uma majoração de 5% do valor do incentivo apurado.

Contacte-nos para um enquadramento e uma simulação do seu projeto.

Aceite este desafio!

Programa Operacional Capital Humano

Objetivos estratégicos:

Contribuir para a redução da taxa de abandono escolar precoce, até 2020
Contribuir para aumentar a população entre 30-34 anos com o ensino superior ou equiparado até 2020
Promover a melhoria das qualificações da população adulta
Contribuir para aumentar a empregabilidade dos jovens e adultos diplomados
Promover a elevação dos níveis de qualidade no sistema de educação e de formação
Eixos Prioritários e Atuação

Eixo 1 – Promoção do sucesso educativo, do combate ao abandono escolar e reforço da qualificação dos jovens para a empregabilidade

Tipologia de Investimento
Destinatários
Cursos Vocacionais de nível básico (ISCED 2)
Jovens com mais de 13 anos e com pelo menos 2 anos de retenção
Outros cursos de nível básico (Ensino Artístico especializado)
Jovens inscritos no ensino básico, nos termos definidos na regulamentação destas ofertas
Cursos Vocacionais de nível secundário (ISCED 3)
Jovens com mais de 16 anos, com o 9º ano de escolaridade
Cursos Profissionais de dupla certificação e nível secundário
Jovens diplomados com nível básico (ISCED 2)
Apoios específicos de ação social escolar (manuais escolares)
Alunos do ensino básico e secundário, de famílias com carências económicas
Qualificação da intervenção precoce na infância e na educação especial
Educadores de infância especializados e professores de educação especial
Eixo 2 – Reforço do ensino superior e da formação avançada

Tipologia de Investimento
Destinatários
Apoios a estudantes do ensino superior, nomeadamente através de bolsas para alunos carenciados e de empréstimos
Estudantes do ensino superior elegíveis de acordo com critérios definidos em regulamento próprio
Cursos técnicos superiores profissionais (TeSP)
Jovens entre os 17 e os 30 anos com ensino secundário incompleto ou completo
Programas de doutoramento e bolsas de pós‐doutoramento
Entidades do SNCT e Pessoas Individuais (bolsas de doutoramento individuais); Investigadores doutorados inseridos em Centros de I&D (bolsas pós‐doc.)
Programas de formação pedagógica de docentes do ensino superior
Docentes do ensino superior
 

Eixo 3 – Aprendizagem, qualificação ao longo da vida e reforço da empregabilidade

Tipologia de Investimento
Destinatários
CQEP e processos de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC)
Jovens e adultos que procuram desenvolver ou certificar as suas competências
Cursos de aprendizagem
Jovens com o 9º ano de escolaridade ou superior, sem conclusão do ensino secundário
Cursos de educação e formação de adultos (EFA)
Adultos sem o ensino básico ou secundário completos que pretendam completar qualquer ciclo do ensino não superior ou que desejem obter uma certificação profissional
Cursos de ensino recorrente
Alunos sem ensino secundário completo
Eixo 4 – Qualidade e inovação do sistema de educação e formação

Tipologia de Investimento
Destinatários
Intervenções específicas e inovadoras dirigidas à melhoria da qualidade e da eficiência do sistema de educação e formação de jovens com vista à promoção do sucesso escolar
Atores do sistema educativo e formação envolvidos nas intervenções apoiadas
Formação contínua de professores e gestores escolares
Docentes da educação pré‐escolar e do ensino básico e secundário
Qualificação de formadores e outros agentes de formação
Indivíduos que pretendam adquirir o Certificado de Competências Pedagógicas (CCP) para exercer a atividade de formador e outros agentes de formação
Promoção da autonomia das escolas
Docentes da educação pré‐escolar e do ensino básico e secundário e técnicos especializados
Desenvolvimento dos Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)
Psicólogos e técnicos de psicologia das escolas do ensino básico e secundário
Ações de inovação social para experimentação e teste de novas respostas na área educativa
Alunos do ensino básico e secundário e respetivas famílias e agentes do sistema educativo
Intervenções e atividades específicas de promoção da qualidade da gestão e de apoio à inovação e à cooperação transnacional
Alunos do ensino básico e secundário, professores e outros stakeholders

Programa Operacional Temático Inclusão Social e Emprego (PO ISE)

Para o setor social o programa Inclusão Social e Emprego é o que mais importa. O Programa Operacional Temático Inclusão Social e Emprego (PO ISE) visa o “reforço da integração das pessoas em risco de pobreza e o combate à exclusão social, assegurando a dinamização de medidas inovadoras de intervenção social e os apoios diretos aos grupos populacionais mais desfavorecidos, as políticas ativas de emprego e outros instrumentos de salvaguarda da coesão social”

O PO ISE é um dos 4 programas temáticos no continente e prossegue, assim, dois dos objetivos temáticos, o Objetivo Temático – (OT 8) Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego e apoiar a mobilidade dos trabalhadores e o Objetivo Temático – (OT 9) Promover a inclusão social e combater a pobreza e a discriminação.

De referir, que estes objetivos mobilizam 45,4% do total de Fundo Social Europeu, em Portugal, para o período 2014-2020, entre o PO ISE, os restantes PO temáticos e os PO regionais, contando o OT 9 com uma afetação de 21,3% de FSE.

Os Eixos prioritários que estruturam a intervenção do PO ISE são:

1 – Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego

2 – Iniciativa Emprego Jovem

3 – Promover a inclusão social e combater a pobreza e a discriminação

4 – Assistência Técnica

 

Cada eixo prioritário agrega um conjunto de prioridades de investimento, que visa enquadrar a prossecução dos respetivos objetivos específicos e que se apresentam como oportunidades e novos desafios para as empresas:

 

Estágios
Apoios à contratação
Criação do próprio emprego
Capacitação e constituição de empresas por mulheres
Formação modular para empregados e desempregados
Vida Ativa para desempregados
O PO ISE abrange em regra as regiões menos desenvolvidas do Continente – Norte, Centro e Alentejo – sendo a prossecução da sua ação no território complementado pela ação dos Programas Operacionais Regionais (POR), nos termos previstos no Acordo de Parceria.

As ações a financiar por este PO serão desenvolvidas no quadro das seguintes prioridades de investimento previstas no Regulamento (UE) n.º 1304/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro, relativo ao FSE:

Acesso ao emprego para os candidatos a emprego e os inativos, incluindo os desempregados de longa duração e as pessoas afastadas do mercado de trabalho, e através de iniciativas locais de emprego e apoio à mobilidade dos trabalhadores;
Integração sustentável dos jovens no mercado de trabalho, em especial os que não trabalham, não estudam, nem se encontram em formação, incluindo os jovens em risco de exclusão social e os jovens de comunidades marginalizadas, inclusive através da execução da Garantia Jovem3;
Igualdade entre homens e mulheres em todos os domínios, nomeadamente nos domínios do acesso ao emprego, da progressão na carreira, da conciliação da vida profissional e privada e da promoção da igualdade de remuneração para trabalho igual;
Adaptação dos trabalhadores, das empresas e dos empresários à mudança;
Modernização do mercado de trabalho, nomeadamente através da criação de serviços de emprego públicos e privados e da melhoria da adequação às necessidades do mercado de trabalho, incluindo medidas destinadas a aumentar a mobilidade transnacional dos trabalhadores, inclusive através de regimes de mobilidade e melhor cooperação entre as instituições e as partes relevantes.
À semelhança dos restantes programas este tem uma orientação para os resultados, pelo que as candidaturas serão avaliadas de acordo com o seu contributo para estes indicadores.

A CONPRO – Consultoria e Projetos é detentora de uma equipa multidisciplinar, com competências demonstradas na gestão de um vasto número de projetos financiados pelo POPH no período de 2007-2013.

Contacte-nos, ajudamo-lo a analisar o potencial dos seus projetos, bem como, na elaboração da sua candidatura, no âmbito do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, enquadrado no Portugal 2020.

Compete 2020

O principal desafio deste programa operacional é aumentar significativamente a competitividade nacional, mobilizando e potenciando recursos e competências, visando a criação de emprego e a retoma da dinâmica de convergência com as economias mais desenvolvidas da União Europeia.

Orientado sobretudo para as regiões menos desenvolvidas do Continente – Norte, Centro e Alentejo (sendo de abrangência nacional nos projetos do Fundo de Coesão), forma com os Programas Operacionais Regionais do Continente uma rede diversificada de instrumentos de política pública com regras e objetivos comuns que cobre todo o território nacional.

Prioridades do COMPETE 2020:
– reforço da investigação, do desenvolvimento tecnológico e da inovação;– reforço da competitividade das PME e redução de custos públicos de contexto;– promoção da sustentabilidade e da qualidade do emprego;– promoção de transportes sustentáveis e eliminação dos estrangulamentos nas principais redes de infraestruturas;– reforço da capacidade institucional das autoridades públicas e das partes interessadas e da eficiência da administração pública.

De forma a responder a estas prioridades estão calendarizadas as aberturas dos avisos de concurso no que respeita aos apoios destinados às empresas, até meados de 2016, relativos às seguintes tipologias:

– Projetos de Incentivo para a Internacionalização;– Projetos de Incentivo para a Qualificação das PME’s;– Projetos de Incentivo à Inovação e Empreendedorismo.

– Projetos de Incentivo à Investigação & Desenvolvimento Tecnológico;

QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME
Estrutura-se em duas áreas:

Internacionalização das PME, enquadrado na prioridade de investimento 3.2. “Desenvolvimento e aplicação de novos modelos empresariais para as PME, especialmente no que respeita à internacionalização”

Qualificação das PME, enquadrado na prioridade de investimento 3.3. “Concessão de apoio à criação e ao alargamento de capacidades avançadas de desenvolvimento de produtos e serviços”

Às áreas definidas no número anterior podem estar associadas componentes de formação, ou de contratação de recursos humanos altamente qualificados nas empresas, as quais se enquadram na prioridade de investimento 8.5. “Adaptação à mudança dos trabalhadores, das empresas e dos empresários”.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Internacionalização

a) reforçar a capacitação empresarial das PME através do desenvolvimento dos seus processos de qualificação para a internacionalização, valorizando os fatores imateriais da competitividade, permitindo potenciar o aumento da sua base e capacidade exportadora

Qualificação

a) reforçar a capacitação empresarial das PME através da inovação organizacional, aplicando novos métodos e processos organizacionais, e incrementando a flexibilidade e a capacidade de resposta no mercado global, com recurso a investimentos imateriais na área da competitividade

TIPOLOGIA DE PROJETOS
Internacionalização das PME

São suscetíveis de financiamento os projetos que visem:

O conhecimento de mercados externos;

A presença na web, através da economia digital, incluindo designadamente o lançamento de catálogos virtuais de bens e serviços;

O desenvolvimento e promoção internacional de marcas;

A prospeção e presença em mercados internacionais;

O marketing internacional;

A introdução de novo método de organização nas práticas comerciais ou nas relações externas;

As certificações específicas para os mercados externos.

Qualificação das PME

São suscetíveis de financiamento os projetos de qualificação que concorrem para o aumento da sua competitividade, flexibilidade e capacidade de resposta ao mercado global, nos seguintes domínios imateriais de competitividade:

a) Inovação organizacional e gestão – introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho reforço das capacidades de gestão, estudos e projetos, redesenho e melhorias de layout, ações de benchmarking, diagnóstico e planeamento, excluindo as alterações que se baseiem em métodos de organização já utilizados na empresa;

b) Economia digital e tecnologias de informação e comunicação (TIC) – desenvolvimento de redes modernas de distribuição e colocação de bens e serviços no mercado. Criação e ou adequação dos modelos de negócios com vista à inserção da PME na economia digital que permitam a concretização de processos desmaterializados com clientes e fornecedores através da utilização das TIC;

c) Criação de marcas e design – conceção e registo de marcas incluindo a criação de marcas próprias ao nível do produto e da empresa), novas coleções e melhoria das capacidades design, excluindo as alterações periódicas e outras de natureza cíclica e sazonal;

d) Desenvolvimento e engenharia de produtos, serviços e processo – melhoria das capacidades de desenvolvimento de produtos, serviços e processos, designadamente pela criação ou reforço das capacidades laboratoriais, excluindo testes de qualidade dos produtos, protótipos e provas de conceito;

e) Proteção de propriedade industrial – patentes, invenções, modelos de utilidade e desenhos ou modelos;

f) Qualidade – certificação, no âmbito do sistema português da qualidade (SPQ) ou de sistemas internacionais de certificação, de sistemas de gestão da qualidade ou de outros sistemas de gestão não incluídos nas restantes tipologias e que sejam relevantes para a qualidade dos produtos, serviços, ou processos de gestão das empresas, certificação de produtos e serviços com obtenção de marcas, bem como a implementação de sistemas de gestão pela qualidade total;

g) Transferência de conhecimento – aquisição de serviços de consultoria e assistência técnica, nos domínios da transferência de conhecimentos e certificação de sistemas de gestão da investigação, desenvolvimento e inovação;

h) Distribuição e logística – introdução de sistemas de informação aplicados a novos métodos de distribuição e logística;

i) Ecoinovação – incorporação dos princípios da ecoeficiência e da economia circular, com vista a promover uma utilização mais eficiente dos recursos, incentivar a redução e reutilização de desperdícios e minimizar a extração e o recurso a matérias-primas. Inclui a certificações de sistemas, serviços e produtos na área do ambiente, obtenção do Rótulo Ecológico e sistema de ecogestão e auditoria (EMAS);

j) Formação profissional

k) Contratação de recursos humanos altamente qualificados pelas empresas, associada a estratégias de inovação.

INOVAÇÃO EMPRESARIAL E EMPREENDEDORISMO
Estrutura-se em três áreas:

a) Inovação produtiva PME, enquadrado na prioridade de investimento 3.3. “Concessão de apoio à criação e ao alargamento de capacidades avançadas de desenvolvimento de produtos e serviços”.

b) Inovação produtiva Não PME, enquadrado na prioridade de investimento 1.2. “Promoção do investimento das empresas na I&D, desenvolvimento de ligações e sinergias entre empresas, centros de investigação e desenvolvimento e o setor do ensino superior, em especial promoção do investimento no desenvolvimento de produtos e serviços, na transferência de tecnologia, na inovação social, na ecoinovação, em aplicações de interesse público, no estímulo da procura, em redes, clusters e na inovação aberta através de especialização inteligente, e o apoio à investigação tecnológica e aplicada, linhas-piloto, ações de validação precoce dos produtos, capacidades avançadas de produção e primeira produção, em especial no que toca às tecnologias facilitadoras essenciais, e à difusão de tecnologias de interesse geral”;

c) Empreendedorismo qualificado e criativo, enquadrado na prioridade de investimento 3.1. “Promoção do espírito empresarial facilitando nomeadamente o apoio à exploração económica de novas ideias e incentivando a criação de novas empresas, inclusive através de incubadoras de empresas”;

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Inovação produtiva PME

a) Promover a inovação no tecido empresarial, traduzida na produção de novos, ou significativamente melhorados, bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis diferenciadores e de qualidade e com elevado nível de incorporação nacional, criando oportunidades de internacionalização ou reforçando a qualidade do tecido empresarial das regiões

Inovação produtiva Não PME

a) Reforçar o investimento empresarial em atividades inovadoras, promovendo o aumento da produção transacionável e internacionalizável e a alteração do perfil produtivo do tecido económico;

b) Contribuir para a internacionalização e orientação transacionável da economia portuguesa e para a criação de emprego qualificado, bem como gerar um efeito de arrastamento em PME.

Empreendedorismo

Promover o empreendedorismo qualificado e criativo

INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
Abrange a área da I & DT enquadrada na prioridade de investimento 1.2. “Promoção do investimento das empresas na I&D, desenvolvimento de ligações e sinergias entre empresas, centros de investigação e desenvolvimento e o setor do ensino superior, em especial promoção do investimento no desenvolvimento de produtos e serviços, na transferência de tecnologia, na inovação social, na ecoinovação, em aplicações de interesse público, no estímulo da procura, em redes, clusters e na inovação aberta através de especialização inteligente, e o apoio à investigação tecnológica e aplicada, linhas-piloto, ações de validação precoce dos produtos, capacidades avançadas de produção e primeira produção, em especial no que toca às tecnologias facilitadoras essenciais, e à difusão de tecnologias de interesse geral”.

Pode ser associada uma componente de formação, a qual se enquadra na prioridade de investimento 8.5. “Adaptação à mudança dos trabalhadores, das empresas e dos empresários”

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Aumentar a intensidade de I&I nas empresas e da sua valorização económica;

b) Aumentar os projetos e atividades em cooperação das empresas com as restantes entidades do sistema de I&I;

c) Desenvolver novos produtos e serviços, em especial em atividades de maior intensidade tecnológica e de conhecimento;

d) Reforçar das ações de valorização económica dos projetos de I&D com sucesso;

e) Aumentar a participação nacional nos programas e iniciativas internacionais de I&I.

TIPOLOGIAS DE PROJETOS
São suscetíveis de incentivo as seguintes tipologias de projetos:

a) Projetos I&D empresas – projetos de I&D promovidos por empresas, compreendendo atividades de investigação industrial e desenvolvimento experimental, conducentes à criação de novos produtos, processos ou sistemas ou à introdução de melhorias significativas em produtos, processos ou sistemas existentes;

b) Projetos demonstradores – projetos demonstradores de tecnologias avançadas e de linhas-piloto, que, partindo de atividades de I&D concluídas com sucesso, visam evidenciar, perante um público especializado e em situação real, as vantagens económicas e técnicas das novas solu- ções tecnológicas que não se encontram suficientemente validadas do ponto de vista tecnológico para utilização comercial;

c) Programas mobilizadores – projetos dinamizadores de capacidades e competências científicas e tecnológicas, com elevado conteúdo tecnológico e de inovação e com impactes significativos a nível multissetorial, regional, cluster, e outras formas de parceria e cooperação, visando uma efetiva transferência do conhecimento e valorização dos resultados de I&D junto das empresas, realizados em colaboração efetiva entre empresas e entidades não empresariais do sistema de I&I;

d) Núcleos de I&D – projetos visando a criação ou reforço de competências e capacidades internas das empresas em I&D;

São suscetíveis de incentivo as seguintes tipologias de projetos:

e) Proteção da propriedade intelectual e industrial – nomeadamente projetos que, na sequência de projetos de I&D apoiados, visem promover o registo de direitos de propriedade industrial sob a forma de registo de patentes, modelos de utilidade, desenhos ou modelos, pelas vias nacional, europeia e internacional;

f) Internacionalização I&D – projetos de suporte à internacionalização da I&D empresarial, por via do apoio à preparação e submissão de candidaturas a programas de I&I financiados pela União Europeia ou em projetos de I&D industrial à escala europeia e a dinamização da participação em redes internacionais de I&I por parte de empresas;

g) Vale I&D – projeto de aquisição de serviços de consultoria em atividades de investigação e desenvolvimento tecnológico, bem como serviços de transferência de tecnologia.

Gestão de Projectos

A gestão de projectos de formação pode ter diversos níveis de abrangência: a intervenção da CONPRO pode iniciar-se com o diagnóstico de necessidades de formação, na fase de concepção do projecto de formação da organização, ou ainda apenas ao nível da sua gestão propriamente dita, quando a organização já estruturou o seu projecto.

Projectos de Investimento – Candidaturas ao POFC e POTVT

Em desenvolvimento…

Projectos de Formação – Candidaturas ao POPH

A aposta na qualificação dos portugueses constitui uma das prioridades do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional (2007-2013), para a afirmação de uma estratégia sustentável de crescimento económico e de coesão social, sendo uma prioridade claramente assumida pelo actual Governo.

Neste sentido a CONPRO, enquanto Entidade Consultora e Formadora Acreditada pela DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, com 24 anos de experiência nos vários domínios da formação e dos processos de candidatura à obtenção de financiamento por parte de entidades privadas e publicas, com e sem fins lucrativos no âmbito do POPH – Programa Operacional Temático Potencial Humano, e dos seus diversos Eixos e Tipologias, disponibiliza os seguintes serviços:

diagnóstico de necessidade de formação;
concepção de projectos de formação;
elaboração de candidaturas ao POPH;
planeamento e execução das acções de formação;
gestão pedagógica e financeira de projectos de formação financiados;
avaliação da formação;

Projectos QREN

Projectos de Formação – Candidaturas ao POPH
Projectos de Investimento – Candidaturas ao POFC e POTVT

Planeamento e Execução de Planos de Formação

Com uma experiência de mais de 20 anos na Formação Profissional, a CONPRO integra na sua equipa especialistas nacionais ao nível da Gestão, Formação e Gestão de Recursos Humanos, assim como possui diversos instrumentos e suportes para a gestão e execução da formação em diversos sectores de actividade. Fazem parte da nossa vasta equipa, Formadores das mais diversas áreas do saber e com efectiva experiência profissional, detentores de CAP válido e com o domínio quer das competências pedagógicas quer técnicas inerentes ao exercício da função.

Os projectos desenvolvidos aliados às equipas de intervenção permitem-nos o cumprimento de todos os requisitos legais em termos da legislação enquadradora da Formação Profissional, dos procedimentos da DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, e dos normativos relativos à Formação Profissional Co-financiada, nomeadamente pelos vários Programas Operacionais.

Concepção de Planos de Formação

A partir da informação resultante do reporting efectuado pela plataforma, da estratégia da organização e dos objectivos a atingir, são definidas as áreas de intervenção da formação e o plano de cursos a desenvolver.

Nesse momento a CONPRO, inicia a concepção e estruturação dos conteúdos programáticos, de acordo com a população alvo e respectivo perfil de competências a atingir, capacidades e comportamentos, objectivos pedagógicos, modalidade e forma de organização da formação, métodos pedagógicos e de avaliação, assim como os recursos necessários à sua operacionalização e respectiva calendarização.

Após a validação do Plano de Formação, pelas estruturas competentes da organização este Plano de Formação poderá ser implementado através de investimento próprio, efectuado por parte do cliente ou através de incentivos ao investimento por parte de programas operacionais, no âmbito do POPH – Programa Operacional do Potencial Humano do QREN.

Avaliação da Formação

A avaliação faz parte integrante do processo formativo e tem como finalidade validar os conhecimentos, as capacidades e as aptidões adquiridas e/ou desenvolvidas pelos formandos, no domínio pedagógico-didáctico. Os resultados obtidos constituem também um dos elementos de validação do próprio processo formativo. A CONPRO, presta também exclusivamente este serviço, nas situações em que tal é solicitado pelo cliente. Este serviço pode ser desenvolvido de forma integrada ou em parte, consistindo em:

Avaliação de Reacção
Avaliação do impacto da Formação ao nível da satisfação imediata com o processo formativo. Avaliação dos Resultados da Aprendizagem – incide sobre o domínio dos objectivos e permite a certificação em função da confirmação dos saberes e dos desempenhos de cada participante, ao longo de todo o processo formativo.

A avaliação inicial assenta numa filosofia progressiva e correctiva da aprendizagem e tem como objectivo o diagnóstico das competências iniciais do formando para o desempenho da sua função, no que concerne à temática a abordar, através da auto-avaliação e hetero-avaliação.
A avaliação contínua tem por objectivo o acompanhamento/controlo do progresso da aprendizagem dos formandos, no plano dos saberes e das competências, tendo em conta os ritmos individuais na prossecução dos objectivos pedagógicos da acção e relativos a cada um dos módulos. Da avaliação contínua preconiza-se a necessidade de actividades de reforço de um determinado tema.
A avaliação final tem por objectivo a tradução da suficiência das aquisições ao nível dos conhecimentos e das competências, comparando os resultados atingidos por cada um dos formandos com os objectivos estabelecidos, concretizando-se através de um trabalho ou teste de avaliação final.
Avaliação do Processo Formativo
Assenta numa permanente interacção com os mecanismos de controlo dos resultados da aprendizagem ao longo da formação. A avaliação da qualidade da formação incide sobre a estruturação dos conteúdos programáticos, metodologia utilizada, desempenho dos formadores, modelo organizativo do curso e recursos.

Avaliação do Impacto da Formação – Comportamento, Resultados e ROI
Avaliação do impacto no comportamento – ao monitorizarmos sistemas de feedback associados às competências objecto da formação, estamos a realizar avaliação a 360º (nível 3). Através da aplicação de questionários e grelhas de observação de comportamentos; e/ou à avaliação do impacto nos resultados (nível 4), através do estabelecimento de relações causais directas entre a formação e os resultados da organização. Em situações particulares, onde tal seja pertinente, efectuamos análises ROI – Retorno do Investimento (nível 5), onde se comparam os resultados líquidos obtidos com o custo da formação.

Diagnóstico de Necessidades de Formação

As necessidades específicas de cada organização, são o motor para o desenvolvimento de actividades formativas eficazes, sendo que o diagnóstico de necessidades é a ferramenta que permite a identificação de carências e disfuncionalidades que interferem com o desempenho das pessoas e com a competitividade das organizações.

O diagnóstico de necessidades pode ser realizado por duas vias distintas: baseado num modelo de gestão por competências ou baseado em áreas de conhecimento, sendo que o primeiro é mais vantajoso, no sentido em que as competências são o denominador comum com os diversos subsistemas da gestão de recursos humanos.

O instrumento de diagnóstico é colocado numa plataforma online assente no site ou intranet, facilitando assim a resposta da parte dos destinatários do diagnóstico. Permite que se configurem diversos níveis de acesso – consoante as funções e os níveis hierárquicos – ficando a informação registada em base de dados, o que permite também a consulta de histórico. As entidades que tiverem implementado sistemas integrados de gestão de recursos humanos, o diagnóstico de necessidades levará em conta os requisitos de base da gestão de carreiras, sistemas de incentivo e outras ferramentas implementadas neste domínio.

Com capacidade para análises customizadas e funções de reporting, esta solução para realização do diagnóstico, é um verdadeiro passo em frente em termos do acesso, registo e análise da informação.

Gestão de Projectos de Formação

Produção de Conteúdos

Serviço especializado na concepção, produção, edição e reprodução de conteúdos e recursos de cariz formativo e informativo aplicáveis às diferentes formas de organização da formação (presencial, outdoor, a distância, em contexto de trabalho, formação assistida por computador, formação-acção, entre outras).

A metodologia de concepção utilizada, pressupõe a adaptação de cada produto às necessidades específicas dos seus destinatários, visando o efectivo desenvolvimento do conhecimento e competências nos indivíduos e nas organizações.

Principais características das nossas soluções:
Interactividade
Atractividade sensorial (áudio, visual e quinestésico)
Design adaptado ao utilizador
Universalidade de utilização
Longevidade do conteúdo ou recurso em função do objectivo de utilização
Transferibilidade para o contexto de actuação do utilizador
Modularidade de Conteúdos
As nossas soluções:
Manuais Técnicos estruturados numa lógica de aprendizagem em diferentes áreas temáticas
Manual do Consultor/Formador/Tutor em diferentes áreas temáticas
Vídeo, cd-rom e dvd (formativo e/ou informativo)
Exercícios e actividades formativas
Estudos de caso
Simuladores de aprendizagem
Apresentações (Estáticas, Dinâmicas e Interactivas)
Conteúdos para as diferentes formas de organização da Formação
Avaliação e validação de conteúdos e recursos a utilizar
Monitorização e auditoria de conteúdos e recursos em fase de utilização
A CONPRO integra algumas das soluções apresentadas em Kits de formação integrados.

O Kit é uma ferramenta pedagógica composta por um conjunto de recursos didácticos, que apoiam a monitoria de acções de formativas e/ou a aprendizagem individual em sessões presenciais ou à distância. O Kit pode ser utilizado por profissionais, formadores, equipas de trabalho e/ou responsáveis de formação, assegurando uma base uniforme de aprendizagem e tutoria, sustentada numa estrutura de conteúdos única.

Em suporte multimédia, papel ou através da Internet poderão ser disponibilizados manuais técnicos do formando, manuais do formador, baterias de diapositivos, exercícios, simuladores de aprendizagem, peças de vídeo, entre outros recursos.

Empreendedorismo

A CONPRO tem vindo a realizar acções de consultoria integradas com programas de coaching e formação que visam apoiar empreendedores na criação de novas empresas, desenvolvimento de negócios actuais, introdução de novos produtos e entrada em novos mercados.

As nossas metodologias assentam na profissionalização da gestão e da liderança das empresas actuando ao nível dos seus conhecimentos, competências e atitudes apostando no presente para investir no futuro.

Apoiamos os empreendedores na identificação de novas oportunidades, consolidação das suas ideias, desenvolvimento do produto ou serviço, definição da estrutura e tecnologia associadas, orçamentação e análise da viabilidade económico-financeira e estratégias de distribuição e comunicação. Todas estas peças são integradas num PLANO DE NEGÓCIO que suporta o projecto e que consolida o objectivo inicial. Acompanhamos a actividade de consultoria com acções de formação de acordo com as necessidades identificadas ao longo do projecto.

Estes projectos destinam-se a empreendedores que pretendam desenvolver o seu próprio negócio, gestores ou directores de empresas, responsáveis de unidades de negócio, gestores de produto ou mercado.

Gestão de Centros de Formação

O serviço Gestão de Centros de Formação integra as áreas de intervenção em que o cliente pretender apoio, sendo que pode ir desde a realização do diagnóstico de necessidades ao apoio na realização do Relatório Único – relatório anual referente à informação sobre a actividade social da empresa, cujo anexo C representa o relatório anual de formação contínua.

A Gestão do Centro de Formação baseia-se numa primeira fase na construção de ferramentas de suporte à gestão da formação, desde as ferramentas informáticas de suporte ao tratamento e organização da informação (soluções vineleaf*), à implementação de acções de melhoria ajustadas à realidade organizacional do Cliente.

Após a primeira fase o apoio centra-se no acompanhamento da actividade formativa e na revisão dos processos, metodologias e instrumentos, ao longo de todas as fases do ciclo formativo, tendo como referência metodológica o referencial de qualidade DGERT.

Consultoria em Formação

Beneficiando do know how adquirido ao longo de cerca de 30 anos de actividade, a CONPRO disponibiliza soluções inovadoras mas sempre enquadradas na realidade das organizações clientes e dos sectores de actividade nos quais estas se encontram inseridas.

A formação é uma das ferramentas de gestão cruciais à implementação de novas políticas, novos métodos de trabalho, desenvolvimento do capital humano e reforço da competitividade por parte das organizações.

A CONPRO, está em condições de assegurar um elevado nível de serviço no âmbito da Consultoria em Formação, apoiando as organizações clientes na integração de políticas de formação na sua política global de gestão e de desenvolvimento de recursos humanos.

A partir de um profundo diagnóstico organizacional é possível determinar o nível de maturação das políticas de formação e a sua relação com os objectivos estratégicos da organização consubstanciado no Plano de Desenvolvimento Estratégico que pode integrar as seguintes vertentes:

Estratégia de Formação
Política de Formação
Comunicação Interna
Gestão por Competências
Definição de Responsabilidades por Área Funcional
Directório de Competências Individuais e Organizacionais
Gestão da Formação
Gestão da Formação (vertente pedagógica, financeira e jurídica)
Diagnóstico Prospectivo de Necessidades Formativas
Concepção de Planos e Projectos de Formação
Formas de Organização, Metodologias e Instrumentos Formativos
Avaliação do Impacto da Formação no Desempenho Individual e Organizacional
Auditorias de Formação
Processos Certificação e Obtenção de Financiamento
Processos de Acreditação e Certificação da Organização
Processos de Homologação de Cursos
Processos de Certificação de Competências e de Aptidão Profissional
Processos de obtenção do Selo como Empresa Qualificante
Processos de Candidatura a Financiamento
Cada organização é única, requerendo soluções exclusivas e exigindo uma dedicação excepcional em conformidade com o serviço, a estrutura, o nível de abrangência e a forma de relacionamento acordada, na perspectiva da criação de valor acrescentado e diferenciação relativamente às suas concorrentes no mercado.

Lisboa - sede

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