Curso de formação
Felicidade e Realização Profissional

Porque não criar um índice de felicidade dentro da empresa?

7 horas
280,00 € / participante
252,00 € / participante
238,00 € / participante
  valores isentos de IVA
Datas e Inscrições

Próximas Ações

Maio
22
2012

Lisboa

ínicio: 22 Maio 2012 inscrição
local: a designar fim: 22 Maio 2012
horário: Laboral (7h/dia)
Jun
25
2012

Lisboa

ínicio: 25 Jun 2012 inscrição
local: a designar fim: 26 Jun 2012
horário: Pós-Laboral (3,30h/dia)
Enquadramento

Enquadramento

No Butão, mais importante que o PIB – Produto Interno Bruto, temos o FNB – Felicidade Nacional Bruta” que leva em conta factores como desenvolvimento sócio-económico duradouro e equilibrado, a preservação do ambiente, a promoção da cultura e a boa governança.
O PIB é eficiente em medir a quantidade de riqueza que um país consegue gerar com suas actividades produtivas – comércio, indústria e serviços, por
exemplo. E os governos usam-no para formular as suas políticas públicas, procurado formas de gerar mais riqueza e de forma mais rápida.

O Butão, que sempre teve um conceito especial de era moderna, considera que o problema não é a falta de meios para produzir riqueza, mas, como
esta riqueza é produzida e distribuída.

O modelo de desenvolvimento dos países desenvolvidos assenta no consumismo, na felicidade que resulta da posse de bens materiais. Contudo, os pensadores actuais começam a difundir a mensagem que o progresso material não é o único meio para satisfazer as aspirações humanas (para bem de todos, incluindo das gerações futuras). A resposta está longe do consumismo e situa-se no imaterial, num estilo de vida que valoriza a convivência com a família e os amigos, nas conquistas diárias, na nossa valorização e na dos que nos rodeiam.

Transportando o conceito para o mundo das organizações não podemos esquecer que o ponto de chegada na viagem pela vida é a felicidade, pois, a estrada da carreira profissional pode levar ao sucesso, o que não implica necessariamente que os faça felizes. E todos sabemos que pessoas felizes contribuem para um melhor ambiente de trabalho, elemento essencial à produtividade.

Objetivos

Objetivos

  • Reflectir sobre o modelo de desenvolvimento que tem sido prosseguido nos últimos anos e as suas consequências ao nível da cultura organizacional, ambiente de trabalho e bem estar dos colaboradores;
  • Compreender porque emerge um novo conceito que desafia os modelos actuais de desenvolvimento;
  • Compreender e ajustar o sistema de gestão de recursos humanos da organização ao novo conceito de qualidade de vida;
  • Aplicar ferramentas que permitam diferenciar a organização no mercado.
Programa

Programa

1. O modelo de desenvolvimento dos países desenvolvidos. Estilo de vida que caracteriza as sociedades actuais.O consumismo e os bens materiais.
Fontes de alegria e felicidade humanas.

2. Necessidade e conceito associado ao índice de Felicidade. O material e o imaterial. Organizações felizes.

3. Felicidade Interna Bruta versus PIB – Produto Interno Bruto. As limitações do Produto Interno Bruto (PIB). A experiência do Butão . Dimensões do FIB. A aplicação prática do FIB na comunidade internacional. FIB como sucessor das Metas do Milénio? Portugal e o Índice de Felicidade.

4. Aplicação do conceito às organizações. Em que valores se apoia a sua cultura? Os estudos de clima estão orientados para revelar o ambiente que se vive na organização? Existem parâmetros para além da satisfação?

5. As ferramentas de recursos humanos devem acompanhar as tendências actuais e responder às necessidades dos colaboradores. Sistemas de gestão de carreiras, progressão e talento, formação e desenvolvimento de competências, entre outros.

6. Utilize o índice de felicidade como indicador de satisfação das pessoas e relacione-o com outros indicadores como a produtividade.

Metodologia

Metodologia

A formação será desenvolvida recorrendo a uma combinação de diferentes técnicas, privilegiando-se os métodos activos em detrimento do método expositivo com vista a motivar a participação e a potenciar a aprendizagem do grupo. Serão analisadas diferentes ferramentas de recursos humanos com vista a saber como se pode incorporar o índice de felicidade como instrumento adicional de gestão de pessoas. Recorreremos ao debate de ideias, trabalho em equipa, resolução de exercícios de aplicação de conhecimento, entre outros.

Recursos Didácticos e Pedagógicos:

O material de apoio à formação é constituído por um dossier individualizado contendo documentação relacionada
com o tema, que visa, não apenas o acompanhamento da acção de formação, mas também o desenvolvimento de
competências pós-formação.

A Pedra Base dispõe de amplas salas totalmente equipadas.
Autores

Autores

Pedra Base

A Pedra Base disponibiliza um conjunto de serviços integrado para alinhar processos, pessoas e produtos com o objectivo de criar valor para as empresas. Acompanha processos internos de mudança, sempre que as decisões a tomar pelos clientes afectam os seus trabalhadores e operações.

Constituída em finais de 1997, a Pedra Base está ao serviço dos clientes para os assessorar e apoiar no alcance dos seus objectivos organizacionais, em áreas diversas como o desenvolvimento de competências através da formação e programas de coaching, gestão de crise e mudança, implementação de sistemas de gestão, elaboração de códigos de ética, reestruturação de áreas comerciais, implementação de sistemas de gestão de desempenho, tendo realizado projectos em empresas, sector empresarial do estado e administração pública central e local.

Domínios de actuação:

  • Consultoria em Sistemas de Gestão
  • Consultoria em Recursos Humanos
  • Consultoria em Ética e Responsabilidade Social
  • COnsultoria Comercial e de Marketing
  • Diagnóstico de Necessidades de Formação
  • Planeamento e Concepção de planos de Formação
  • Organização e execução da formação
  • Acompanhamento e Avaliação da Formação
  • Gestão de Centros de Formação
  • Produção de Conteúdos
  • Acreditação/Certificação

http://www.pedrabase.pt

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